23. Onde aplicar o meu dinheiro?

Olá Poupadores! Dando sequência aos escritos sobre finanças pessoais, uma dúvida que geralmente surge é: onde aplicar o meu dinheiro? Você já se fez essa pergunta? Vamos falar um pouco sobre esse assunto.

Onde investir o meu dinheiro?

Depende. Existem várias opções. Costumam variar conforme a disponibilidade de capital, interesse e dedicação. Para decidir onde investir, entendemos que o primeiro passo é definir o grau de envolvimento que a pessoa deseja ter com os seus investimentos para obter os resultados esperados. De nada adianta a pessoa falar que deseja investir se ela não tiver atitudes compatíveis com esse desejo. Para tentar clarear um pouco essa ideia, listamos no texto a seguir diferentes graus de envolvimento financeiro, numa escala que varia entre nenhum, fraco, bom, ótimo e excelente.

Também listamos alguns objetivos para quem quer aplicar o dinheiro, alguns motivos para economizar, 11 frases sobre finanças pessoais e exemplos de produtos que podem ser interessantes conforme o grau de cada investidor. Além disso, deve sempre conhecer os riscos que estará disposto a assumir em busca de melhores rendimentos. Confira a seguir os objetivos e, na sequência, as outras informações que podem ser úteis para definir onde aplicar o seu dinheiro.   

Objetivos de quem investe:

Geralmente os objetivos de alguém que aplica o capital varia entre:
  1. Poupar para a aposentadoria sem o dinheiro perder o valor devido aos efeitos da inflação.
  2. Investir para aumentar o capital obtendo retornos superiores à inflação.
  3. Juntar dinheiro para comprar alguma coisa como uma moto, carro, casa própria.
  4. Pagar a faculdade dos filhos.
  5. Fazer viagens.
  6. Alcançar a liberdade financeira.
Como podemos ver, os objetivos podem variar bastante de pessoa para pessoa. E conforme variam, exigem maior ou menor acompanhamento. Além do mais, não bastasse isso, o grau de envolvimento e de apetite por maior ou menor risco para o trato com o dinheiro costuma ter uma variação maior ainda conforme o perfil de investidor de cada um:

  1. Conservador: (conserva a dor)  privilegia a segurança e faz todo o possível para diminuir o risco de perdas, aceitando, inclusive, uma rentabilidade menor. 
  2. Moderado: (modera a dor) procura um equilíbrio entre segurança e rentabilidade e está disposto a correr certo risco para que o seu dinheiro renda um pouco mais do que as aplicações mais seguras. 
  3. Arrojado: (ou vai ou racha) privilegia a rentabilidade e é capaz de correr grandes riscos para que seu investimento renda o máximo possível.

Para saber mais sobre perfil de investidor você pode ler o texto: Sou Poupador e investidor. Você já sabe qual é o seu perfil? Legal. Mas você sabia que também é importante determinar o seu grau de envolvimento com os seus investimentos para obter os resultados que deseja? Vamos ver a seguir alguns deles.


onde aplicar o meu dinheiro ?

Definindo o seu grau de envolvimento

Podemos afirmar que boa parte das pessoas não deseja dedicar tempo para estudar formas e cuidar das próprias finanças. Geralmente por falta de interesse, elas mesmas acabam entrando em problemas financeiros por pura falta de cuidado. Vamos listar os níveis de envolvimento das pessoas no cuidado com o dinheiro e veja em qual você se enquadra antes de investir:

Grau de envolvimento: NENHUM

Nesse caso, estamos falando dos desleixados, são pessoas que não estão nem aí com o cuidado das finanças. Eles simplesmente negligenciam completamente o cuidado com o dinheiro e ignoram tal necessidade. Deste modo, não há muito o que se falar sobre onde aplicar o dinheiro, pois nesse caso, tanto faz. Eles não sabem e, o pior: nem querem saber. Mas, vale a pena tentar conscientizá-las, mas essa é uma tarefa bem difícil. Resumindo: não se deve perder muito tempo tentando falar sobre o mercado financeiro aos desinteressados, mas oportunamente não custa explicar e alertar que se eles não cuidarem bem do próprio capital, elas poderão acabar na pindaíba. No fundo, talvez elas saibam disso, mas por desencargo de consciência devemos avisá-las, pois quem avisa, amigo é.

A propósito, um dia desses em uma palestra, uma pessoa relatava orientar e advertir as pessoas sobre os altos juros cobrados em certas modalidades de créditos financeiros, mas as pessoas nunca seguiam o que ele falava, por isso ele resolveu então comprar ações dessas instituições e parar de perder tempo com quem não sabe e nem deseja lidar corretamente com as finanças. A própria Bíblia adverte em Mateus 7:6 o seguinte: "Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes as pisarão e, aqueles, voltando-se contra vocês, os despedaçarão".

Noutras palavras, parece que oferecer orientações para quem não as almeja colocar em prática, de nada adianta, logo, o alto nível de inadimplência das pessoas parece revelar justamente isso. Apesar de existir um alto nível de informações disponíveis em toda rede, a grande maioria das pessoas prefere manter-se ignorante. Talvez por esse motivo alguns povos estudiosos tenham sido tão perseguidos, pois ao encontrar a luz, libertavam-se de certas privações que não são compreendidas por uma maioria que escolheu as trevas. Mas isso é um assunto para outra postagem. Contudo, para ilustrar melhor a ideia, aqui vai um vídeo da Alegoria da Caverna de Platão que ajuda na compreensão:


Todavia, devemos reconhecer se estamos falando com um desleixado ou com um pródigo pois, talvez neste último caso, a pessoa precise de ajuda. Nesse campo dos absolutamente desinteressados por cuidar da vida financeira, além da economia, outros ramos do saber preocupam-se sobre o assunto, como é o caso do direito e da medicina. Um estudo apresentado por Reginaldo Franklin, o qual leva o título Estudo médico-legal da prodigalidade, revela importantes classificações dos indivíduos que agem com descuido em relação ao patrimônio, vejamos algumas: 

C.1 – CRITÉRIO PSICOPATOLÓGICO
C.1.1 – CIBOMANIA
O Jogo Patológico (cibomania) consta-se de impulsividade recorrente e persistente de um indivíduo com sentimentos de poder e controle, envolvido em apostas e riscos demasiados provocando excitações desejadas. Dissipa suas economias com importante comprometimento pessoal, familiar e ocupacional. É um transtorno do controle de impulsos com distorções mentais caracterizadas por negação, excesso de confiança, ou infundadas em crenças e superstições.
Diferenciar o quadro patológico do Jogo Social e do profissional. Estes se particularizam pela disciplina e limitação dos gastos. Estão no campo da vontade pura, afastando-se do vício doentio.

C. 1.2 – TRANSTORNO DA PERSONALIDADE ANTI-SOCIAL
É um transtorno dissocial que reflete irresponsabilidade e desrespeito com violação aos direitos alheios. A título de exemplo podemos apontar a conturbada condição de um pai ou chefe de família que dissipa seus bens, esbanjando dinheiro comprometendo o seio familiar.

C.1.3 – TRANSTORNO DA PERSONALIDADE BODERLINE
Trata-se de um transtorno da impulsividade para jogar, gastar demasiadamente, com importante instabilidade nos relacionamentos interpessoais, refletindo alteração da afetividade e da auto-imagem. É vulnerável a imprudência facilmente seduzida ao sexo inseguro e ao abuso de substâncias.

C.1.4 – TRANSTORNOS DA PERSONALIDADE HISTRIÔNICA
Este grupo de transtorno aponta uma personalidade extremamente emotiva, necessitando de apoio e atenção pessoal, frequentemente demonstrando dramaticidade em sua vida. Sua aparência física é conjugada com seus objetivos em atrair a atenção dos outros. Em alguns se observam nitidamente a manifestação de prodigalidade quando gastam excessivamente com peças de vestuário, adornos e objetos (oniomania).

Achamos muito pertinentes essas anotações e por isso trouxemos para nossos leitores. Se quiser saber mais, disponibilizamos o link para o texto completo: ESTUDO MÉDICO-LEGAL DA PRODIGALIDADE.

Identificou alguém assim? Se a resposta for positiva, talvez seja o caso de buscar orientações sobre como agir para ajudar, uma vez que em alguns casos, como vimos, o descuido das pessoas com as finanças pode estar associada a algumas patologias, as quais podem ser resolvidas com ajuda médica, psicológica e jurídica-legal, porque elas simplesmente não sabem como lidar com as suas finanças e acabam sem saber como investir o dinheiro e podem acabar dilapidando o próprio patrimônio. A preocupação nos parece válida, uma vez que muitas pessoas acabam em situação de insolvência justamente por tais motivos.

À luz da filosofia, Aristóteles nos ajuda a compreender melhor essa questão. No livro Ética a Nicômaco ele afirma: "Em relação ao dinheiro que se dá e recebe, o meio termo é a liberalidade, e o excesso e a falta são respectivamente a prodigalidade e a avareza. Nestas ações as pessoas se excedem ou são deficientes de maneiras opostas; o pródigo se excede em gastos e é deficiente em relação aos ganhos, enquanto o avarento se excede em ganhar e é deficiente em relação aos gastos". Interessante, já faz um tempo que o filósofo fez essa observação, mas ela continua muito atual. Não é mesmo? Dando sequência aos níveis de envolvimento, seguimos para o próximo.

Grau de envolvimento: FRACO

Nesse nível, a preocupação com investir dinheiro inexiste. Geralmente a pessoa tem uma vida economicamente equilibrada, mas simplesmente não preocupa-se em fazer reservas para o futuro. Esse tipo de envolvimento oferece em certa medida um grande risco, vez que em caso de necessidade, a pessoa talvez tenha que pedir emprestado. 

Para essas existe esperança. Elas podem simplesmente decidir começar a guardar um pouco de dinheiro para situações de emergência, sem ter que pedir emprestado pagando altíssimos juros. Talvez esse seja exatamente o perfil de pessoa que desejamos alcançar com esse texto. 

Decidir investir o seu dinheiro passa antes por uma conscientização. Muitas pessoas simplesmente não guardam para o futuro por não ter consciência da importância de ter esse tipo de comportamento. Às vezes existe a crença de que não conseguiriam ou de que não precisam.  Acredite: qualquer pessoa consegue e sim, todo mundo precisa.

Por isso, entender o motivo para fazer um pé-de-meia, mesmo que seja em pequenas quantidades, vai facilitar a tomada de decisão. Veja aqui alguns:

Motivos para juntar dinheiro:

  • Ter uma reserva de emergência para os imprevistos da vida.
  • Não precisar pedir emprestado para ninguém.
  • Receber juros positivos.
  • Poder pagar à vista, ganhar descontos, sem precisar ficar pagando várias prestações.
  • Ter maior segurança e liberdade financeira.
  • Poder ajudar as pessoas e/ou causas que merecem o seu apoio.
  • Acautelar o futuro financeiro das próximas gerações.
Viu só? Tirar a vida financeira do modo avião pode ser ser bem libertador. Com iniciativa, paciência e persistência logo os resultados começam a aparecer e a brincadeira começa a ficar bem divertida. 
É interessante como o tempo é capaz de nos surpreender.

Como bem explicou Albert Einstein:
Os juros compostos são a oitava maravilha do mundo moderno.

Mas essa regra nos parece verdadeiramente interessante quando os juros correm ao nosso favor. Sabemos que esse texto pode ficar um pouco extenso, mas acho que vale a pena resgatar 11 frases célebres sobre finanças pessoais. Veja se concorda com elas:
  1. "Quem perde tempo reclamando não tem tempo de ganhar dinheiro", Sabedoria Popular. 
  2. “Muitos querem ser ricos. Mas poucos estão dispostos pagar o preço para isso”, Robert Kiyosaki.
  3. “A parte mais sensível do corpo humano é o bolso”, Antônio Delfim Neto.
  4. “A pobreza não surge da diminuição dos bens, mas da multiplicação dos desejos”, Platão.
  5. “O dinheiro é melhor do que a pobreza, nem que seja por razões financeiras”, Wood Allen.
  6. “Os homens esquecem mais facilmente a morte dos pais do que a perda dos bens”, Maquiavel.
  7. “Sem economia ninguém pode ser rico. Com ela poucos serão pobres”, Samuel Johnson.
  8. “É melhor arriscar coisas grandiosas alcançando triunfo e glória, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito, que nem gozam muito, nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota”, Franklin Roosevelt.
  9. "Seu lugar no futuro depende das suas escolhas de hoje. Portanto, cuida da sua Educação Financeira”, José Pio Martins. 
  10. "Mercado financeiro não é loteria. Quem aposta, geralmente perde. Quem investe, normalmente ganha", Álvaro Modernell.
  11. "Nada estabelece limites tão rígidos à liberdade quanto a falta de dinheiro", John Kenneth Galbrai.
Gostou delas? Achou alguma interessante? Pois nós achamos que elas combinam bem com o assunto.  Se animou para começar a melhorar a organização financeira? Pode ser útil fazer o download da planilha gratuita que montamos aqui no blog: confira aqui mais sobre a Planilha do Sou Poupador para organização finanças pessoais. Outra sugestão é a agenda Kakebo para o controle das finanças. Conheça mais aqui: 
Agenda Kakebo para o controle das finanças

Mas, vamos lá, seguimos nossa conversa, agora vamos para a parte mais legal, que é a turma que já tem algum grau de envolvimento com os investimentos e já aplica alguma parte do capital.

Grau de envolvimento: BOM

Agora sim. Quem já está cuidando das finanças está de parabéns. Apesar de existirem bastantes pessoas cuidando do próprio dinheiro com um certo cuidado para fazer reservas, nesse ponto existe um pequeno deslise cometido por todos nós algum dia: gostar do que é fácil. Nem tudo que é fácil é bom. Nesse caso que é a forma mais fácil que existe no Brasil para guardar o dinheiro que sobra? Se respondeu conta poupança, saiba que está certíssima a resposta. Quase todo mundo no Brasil tem algum dinheiro na poupança. Essa é a forma mais fácil de começar a juntar dinheiro. Ver os rendimentos dos juros depois de o dinheiro ficar 30 dias na poupança é uma alegria para quase todo mundo. Nos corrijam se isso não for verdade.  

Acontece que essa modalidade de rendimento hoje em dia já não é tão interessante em termos de rendimentos. Mas para quem quer pouco envolvimento com transações bancárias é bem cômodo. Mas comodidade tem um preço: menor rentabilidade. Por isso, nossa sugestão é que as pessoas que já estão conseguindo juntar uma grana, que elas continuem evoluindo e passem para um nível superior de envolvimento com o mundo das finanças.

Grau de envolvimento: ÓTIMO

Excelente. É nesse nível que as pessoas passam a pensar " Onde aplicar o meu dinheiro? ". É aí que se busca saber quais tipos de aplicações os nossos conhecidos estão fazendo. Muitos vão dizer que preferem aplicar o dinheiro em bens materiais. É o caso das pessoas que investem em imóveis esperando obter retornos com os aluguéis e valorização. Outros vão comprar dólar ou outras moedas. quem tem um bom capital acaba aplicando em abrir um negócio. Outros compram carros para revender. É vasto número de possibilidades para aplicação do dinheiro.

Fica até difícil encontrar uma resposta para essa pergunta. Mas em termos de produtos financeiros, existem alguns bem interessantes para quem não quer muito envolvimento com o mercado nem correr muitos riscos. Nesse caso estamos falando sobre os investimentos em  Letras de Crédito Imobiliário - LCI, Letras de Crédito do Agronegócio - LCA e Certificado de Depósito Bancário - CDB. Esses produtos oferecem uma rentabilidade um pouco melhor do que a poupança e têm proteção do Fundo Garantidor de Crédito, o que significa que o valor de R$250.000,00 por CPF e ou CNPJ estará garantido contra a quebra do banco em que estiver sido feito o investimento. Observe-se que essa proteção é limitada até o valor de um milhão de reais dentro de um período de quatro anos. Por exemplo se alguém tiver quinhentos mil investido em uma instituição financeira nos produtos assegurados pelo FGC e ela quebrar, terá garantido o recebimento de duzentos e cinquenta mil reais. Mas se alguém tiver um milhão de reais divididos em quatro bancos diferentes e três deles quebrarem essa pessoa, vai continuar com o a mesma quantia, pois todo capital estava protegido. Por isso, para quem quer uma certa proteção, vale a pena saber mais a respeito. Para investir com a segurança do FGC, vale conhecer bem o funcionamento dessa proteção. Aqui vai o link para o site com maiores informações: https://www.fgc.org.br/. Também é válido começas a pesquisar sobre o Tesouro Direto, para você saber mais a respeito sugerimos uma conferida no site oficial: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto nele existem muitas informações úteis e confiáveis. Também existe a opção de ler o livro: Como investir no Tesouro Direto: um guia prático.

Para quem se interessar em comparar a rentabilidade do CDB, LCI ou LCA, pode acessar o site https://www.sofisadireto.com.br/#simulacao e ou também pode verificar a rentabilidade desses produtos em https://www.sofisadireto.com.br/rentabilidade/.

Sempre é bom pedir ajuda para pessoas que já têm uma boa experiência sobre investimentos. São aliados nessa tarefa desde parentes, amigos até mesmo os consultores financeiros. Além de toda essa turma, vale também perguntar ao gerente do seu banco sobre as opções disponíveis. Mas o principal é sempre que possível seguir o próprio perfil de investimento para não aplicar as reservas em produtos que tragam riscos superiores aos que estiver disposto a correr.

Caso tenha se interessado em saber como migrar os investimentos da poupança para opções mais rentáveis, você pode começar a leitura do texto no qual explico Como passei da poupança para outros investimentos. Isso vai facilitar o seu entendimento e até elevar o nível da sua conversa com outras pessoas sobre investimentos e finanças.

Quando já souber aplicar o dinheiro nessas modalidades de investimento, vale começar a pesquisar sobre fundos de investimentos, como comprar ações de empresas, negociar derivativos do mercado financeiro. Quando começar a ter segurança em fazer esses negócios, estará apto para entrar para o próximo nível de envolvimento com os investimentos, por falar nisso, vamos agora conferir que nível é esse.

Grau de envolvimento: EXCELENTE

Para quem tem um grau de envolvimento com as finanças acima da média, responder a pergunta do título é bastante fácil. Ou será que não? Até pelo fato de que são pessoas que estudam sobre finanças e têm uma educação financeira bastante elevada. Nesse caso, além da renda fixa, a renda variável é atrativa. Mas cuidado, aplicar dinheiro no mercado de renda variável e também nos seus derivativos, essas modalidades exigem além de conhecimentos sobre o funcionamento das plataformas de negociação, também apetite por risco e aceitação de perdas. 

Na renda variável talvez o principal fator para obtenção de bons resultados esteja associada à cautela. Limitar as perdas e busca de rentabilidade superior quem sabe é a fórmula do sucesso nesse mundo de possibilidades. Por isso, se for aplicar o seu precioso dinheiro, antes de mais nada sempre aprenda a utilizar os mecanismos de stop loss, vale dizer: A ordem stop loss indica sua intenção de interromper a perda (loss) em uma posição aberta. Se o que busca é segurança, a renda fixa será mais indicada.
graus de envolvimento financeiro, numa escala que varia entre nenhum, fraco, bom, ótimo e excelente

Agora que você conferiu alguns dos possíveis graus de envolvimento financeiro, numa escala que varia entre nenhum, fraco, bom, ótimo e excelente, já pode escolher melhor onde investir o seu dinheiro. Lembrando sempre de consultar as referências das instituição em que for aplicar o seu capital.

Para fechar, devemos estar atentos para a seguinte frase quando falamos em investimentos: “Nunca coloque todos ovos em uma mesma cesta”, de Warren Buffett. Faz sentido para você? E agora, diante de tantas opções, eis nossas questões: Identificou o seu nível de envolvimento financeiro? Onde aplicar o dinheiro? Qual a melhor opção de investimento para você?

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